Conforme mencionado no post anterior, o Ianzinho não chegou bem da escolinha na terça-feira dia 06 de Agosto. Ficou enjoadinho, acordou no meio da noite, e começou com uma febre baixinha que chegou até a desaparecer na quarta-feira pela manhã, o que nos fez pensar que estava tudo bem e levá-lo à escola. Porém a vovó Angela ligou pouco tempo depois nos pedindo para buscá-lo, pois a febre estava alta e ele estava muito indisposto, choramingando insistentemente. A partir daí foi uma longa história de pediatras, hospitais, medicamentos, pouco sono, nenhuma comida, nenhuma água, nenhuma sorriso, pouquíssima conversa e muito, muito, muito, mas muito choro. Na quinta-feira o Dr. Alan diagnosticou uma amigdalite séria, que acabou evoluindo para uma estomatite, que o deixou sem comer, sem beber água e sem querer conversar por dias. Chegamos inclusive a receber um ultimato do Dr. Alan na segunda-feira (12/08) à tarde para encontrarmos uma forma de alimentá-lo ou ele seria obrigado a interná-lo para receber alimentação via intravenosa. Tive que comprar uma seringuinha e mandar soro G.A. ("guela abaixo"). Fora isso, uma vez ou outra conseguíamos com que ele comesse um pouquinho de Danoninho, iogurte de côco e gelatina. No meio dessa festa toda, o Luca chegou da escola na sexta-feira (09/08) com o aviso de que o melhor amiguinho (Vitor) estava com conjuntivite, e naquela mesma noite seu olhinho "bogou" geral. Sábado de manhã amanhecemos no consultório médico e já iniciamos o tratamento para uma conjuntivite "altamente contagiosa" (palavras do médico). Mas ele se saiu muito bem. Em comparação ao estado lastimável que nosso Ianzinho se encontrava, o Luquinha estava ótimo. E se comportou muito bem também nesses dias de enfermidade. Nossa batalha foi mais acirrada até quarta-feira (14/08 - aniversário de 10 anos de casamento da mamãe e do papai). Nesse dia, ao chegar da ESEBA a mamãe se deparou com o Ianzinho sentado à mesa do lanche comendo um delicioso pãozinho francês (foto) e me recebendo com muita alegria: - "Oi, mamãe!" A alegria que eu senti foi ainda maior que a dele. Obrigada, Senhor Jesus, pela proteção e pela recuperação do nosso Ian. Foi realmente doloroso testemunhar seu sofrimento.
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